sthefane mallarme, franca ( e portugues)
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Sthefane mallarme
Francia
BRINDE
Tradução: Augusto de Campos
Nada, esta espuma, virgem verso A não designar mais que a copa; Ao longe se afoga uma tropa De sereias vária ao inverso.
Navegamos, ó meus fraternos Amigos, eu já sobre a popa Vós a proa em pompa que topa A onda de raios e de invernos;
Uma embriaguez me faz arauto, Sem medo ao jogo do mar alto, Para erguer, de pé, este brinde
Solitude, recife, estrela A não importa o que há no fim de um branco afã de nossa vela.
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Por lobitogabriel - 6 de Abril, 2006, 16:58, Categoría: poesia
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